4 de novembro de 2015

RESENHA: Cidades de papel - John Green

   Fala galera, aqui é o Andrey do Estrelando Leitor.
   "Cidades de papel" é uma das obras de um famoso autor chamado John Green, sim, aquele que escreveu "A culpa é das estrelas".



   Sinopse:
   "Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 

   Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia."

   Minha opinião:
   "Cidades de papel não é meu livro favorito do John Green, nem de longe.    O livro começa muito bom, o inicio de faz ter vontade de continuar a leitura e ver no que aquilo tudo vai dar. A cena em que eles encontram o homem morto (calma, não é spoiler, é basicamente uma das primeiras partes do livro) pode parecer assustadora, mas não é essa a pegada do livro.   As aventuras que o Quentin e a margo vivem são muito divertidas de se ler, você se sente do lado deles. Gosto do jeito que o autor consegue fazer isso. Em partes chega até ser engraçado, mas o toque divertido fica por ai.   Depois de um acontecimento X o livro fica imensamente chato e tedioso. Você lê e parece que nunca chega no fim. Sinceramente quase desisti na metade, tinha esperança que na próxima cena iria melhorar. Bem, não foi bem assim que aconteceu. Por essa parte ser muito arrastada, eu não via a hora de terminar a leitura.   Não me arrependi de ter quase dormido algumas vezes pra chegar no fim, pois o toque de animação volta (mas só no fim mesmo). As partes finais do livro são realmente ótimas comparado ao meio do livro. Me diverti muito nessa última parte.   O final pode ser ruim pra alguns, pois acontece o que o leitor não espera. O livro inteiro te prepara pra que um fato aconteça e no final acontece o contrário.     Resumindo: Se pudesse eu cortaria a metade do livro e deixaria só o inicio e o final, que são as únicas partes boas da obra.
   
Resenha em vídeo: Clique aqui (youtube).

Então foi isso, se você concorda ou discorda comenta ai. 

Um beijo galera.

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